Na noite dessa sexta-feira (6 de fevereiro de 2026), um caso de violência doméstica que começou com uma simples ligação ao COPOM terminou deixando a Polícia Militar em alerta e uma mulher de 31 anos em choque no centro de Guarapuava.
Por volta das 20h56, uma denúncia desesperada levou os policiais a uma ocorrência que, na superfície, parecia mais um desentendimento — mas, ao ser desvendada, revelou ameaças de morte, agressões físicas e um padrão de abuso que só cresce em silêncio.
Ao chegar ao endereço indicado, a equipe encontrou a vítima em estado de nervosismo. Com voz trêmula, ela relatou que foi empurrada pelo próprio convivente, sofreu insultos e foi ameaçada de forma tão intensa que temeu pela própria vida. O caso se enquadra no rigor da Lei Maria da Penha, reforçando que a violência contra a mulher não é um episódio isolado — é um problema real que ultrapassa as estatísticas e invade a vida de milhares de brasileiras.
Mas, ao contrário do que muitos imaginam, o agressor não foi encontrado. Quando os policiais chegaram, ele já havia fugido, desaparecendo nas sombras das ruas centrais, mesmo após buscas nas imediações.
⚠️ A verdade é dura — a violência doméstica continua presente nas casas e corações de nossa cidade. Histórias como esta não podem mais ser silenciosas.

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