Ratinho abraçado com Moraes de Pitanga, e ao Lado Marcos do Turvo - ao lado dos pequenos municipios, ao fundo empresários que fazem a diferença
O governador paranaense Ratinho Júnior, de olho em Brasília, se tornou o nome de peso do PSD para disputar a presidência da República. Sua pré-candidatura deverá ser oficializada em breve, caso nada de inesperado aconteça no caminho. E com isso, começa a emergir uma pergunta que está na boca de muita gente: será Ratinho a verdadeira alternativa ao lulopetismo, esse câncer que, há décadas, mina a política brasileira e nos prende a um ciclo de mesmice?
Ratinho não é a solução dos problemas do país. Isso é claro. Ninguém deve esperar dele um Salvador da Pátria, muito menos um novo Mandela.
Mas ele, ao menos, não carrega o fardo de uma ideologia falida que só trouxe retrocesso, corrupção e distanciamento das reais necessidades da população. A verdade é que a velha guarda lulista já deu tudo o que tinha para dar.
O PT está desgastado, sem mais nada de novo a oferecer, a não ser a repetição de fórmulas que, de tanto serem usadas, viraram clichês. O "lulismo" não consegue mais esconder sua podridão, sua incapacidade de oferecer algo que realmente agregue à sociedade.
Ratinho Júnior, por outro lado, tem um perfil pragmático. Ele não é de promessas vazias ou de discursos inflamados e ai se distância dos Bolsonaros. Tem formação, bagagem e um histórico de gestão pública no Paraná, onde se mostrou capaz de tocar projetos importantes, como a privatização de ativos estaduais e o avanço da infraestrutura. Não é um governante sem polêmicas, claro. Ao contrário, fez inimigos e ganhou aliados — como qualquer político de peso que não tenha medo de mexer no tabuleiro. E isso, em tempos como os nossos, já é um bom sinal.
Mas o que realmente o coloca como alternativa, sem cair nos vícios do "lulopetismo", é justamente a ausência de uma agenda retrógrada.
Ratinho é um governador "pé na estrada", que não se esconde atrás de gabinetes.
Ele conhece profundamente a realidade dos 399 municípios do Paraná. Vai a todos os cantos do estado, e fica claro na Foto que ilustra a Matéria, com o prefeito de Pitanga, Sargento Moraes, onde, ao lado do prefeito na região central , ouve os problemas diretamente de quem está na linha de frente. Pequenos e grandes municipios, ele esta atento as cidades!
E esse é um diferencial: ele sabe o que está acontecendo nas pequenas cidades, onde os problemas são maiores e as soluções, muitas vezes, mais difíceis. Esse estilo de gestão, de estar junto da população e dos gestores municipais, é algo que Ratinho deve levar para o Brasil. Não é de ficar apenas na capital, no luxo do poder. Ele vai para o chão, para os pequenos, para quem mais precisa.
E, se Ratinho tiver o que é necessário para governar, é hora de o Brasil se distanciar de um modelo que já demonstrou, mais do que suficiente, como não governar.
O país precisa de alguém que não se esconda dos problemas, que busque soluções reais, e que saiba como lidar com a diversidade e as complexidades do Brasil profundo.
E é isso que Ratinho tem para oferecer — um governo que não se restringe ao centro do poder, mas que vai além, conhecendo e entendendo os desafios que o Brasil real enfrenta todos os dias.

