O principal deles é a reconstrução do Aeroporto Tancredo Thomaz de Faria. A obra inclui o novo terminal de passageiros e a ampliação da pista de pouso e decolagem. O valor estimado para esse projeto é de R$ 120 milhões. Com isso, a cidade espera que os voos regulares retornem, uma demanda antiga.
O aeroporto, inaugurado em 2019, pelo ex prefeito César Silvestri, SEM A ESTRUTURA NECESSÁRIA, chegou em 2026 completamente obsoleto, com sua estrutura incapaz de atender ao necessário.
Outro anúncio importante é a liberação das obras da PR-170, que consiste na duplicação de 9 quilômetros entre o viaduto de acesso ao aeroporto e a ponte sobre o Rio Jordão, no caminho para o distrito de Entre Rios.
Essa obra já foi prometida diversas vezes, deveria ter saído na Epoca do Silvestri, 8 anos a frente da cidade e não saiu, após isso elegeu o sucessor, Celso Góes, não saiu, a obra , nunca passou de projetos e discussões. Até agora, o que se viu foi apenas um vai-e-vem de planos, sem execução. A promessa de Ratinho Júnior é de que, dessa vez, com Baitala, vai sair do papel.
A transformação desses projetos em obras concretas é um sonho esperado há muito por Guarapuava e toda a região.
O aeroporto, que chegou a ser inaugurado em 2019, agora está completamente obsoleto, enquanto a duplicação da PR-170 permanece no campo das promessas, mesmo após a garantia de recursos por empresários locais, assim como aconteceu com o aeroporto.
Ratinho Júnior ainda tem outras movimentações pela região. Ele deve voltar para a inauguração da duplicação da PR-466, entre Guarapuava e o distrito de Palmeirinha. Porém, quanto à entrega da duplicação da PR-170 e ao aeroporto, as expectativas são para um possível anúncio por Darci Piana, vice-governador, que assumirá o cargo em abril, após a desincompatibilização de Ratinho Júnior. Ou, dependendo do ritmo das obras, essas entregas poderão ficar para um futuro governo.
Agora, resta saber se, finalmente, essas promessas vão virar realidade ou se seguirão sendo apenas mais um capítulo de promessas não cumpridas.
O governo promete, mas só o tempo dirá se as obras realmente sairão do papel.
