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| LULA O INTOCÁVEL, QUE CHAMA MINISTRO DE "COMPANHEIRO " ! |
Quando a Polícia Federal pede, o Ministério pede, e o
STF atende como entregador de pizza: “tá na sua casa em 30
minutos”.
✨ O que realmente
aconteceu (sem maquiar) • Alexandre de
Moraes determinou a abertura de inquérito para apurar
se o senador Flávio Bolsonaro cometeu
injúria contra o presidente Lula por uma
postagem no X, de 3 de janeiro de 2026.
• A investigação
veio a partir de representação da PF,
requerida pelo Ministério da Justiça e Segurança
Pública.
• PGR deu
parecer favorável — ou seja, mais gente na mesma orquestra dizendo
“investiga aí”.
• A postagem compartilhou reportagem do
Metrópoles que dizia que o governo convocou reunião de emergência
depois que os EUA “capturaram” Maduro — e o senador associou
imagens de Lula a Maduro.
🎭 O comentário
que virou inquérito (e quem é que se espanta?) Vamos combinar: o
Flávio postou algo que, para muitos, é apenas contextualização —
Lula , recebeu e elogiou Maduro publicamente. Querem
transformar isso em crime?
Quer dizer então que lembrar um fato
político virou crime de injúria?
A jurisprudência nova agora é
“memória histórica ofensiva”?
• Se
a associação entre Lula e Maduro é falsa — ótimo,
prova-se.
• Se é verdadeira —
então por que o barulho todo?
• Enquanto isso, o país
assiste ao espetáculo: autoridade investe, imprensa repercute, e a
rede social vira tribunal popular.
🔎 A piada com
gravata (ou a seriedade com máscara de comédia) A sequência é
quase teatral: a PF pede, o MJSP concorda, Moraes autoriza, PGR
carimba.
No roteiro, todo mundo fez o papel certinho — menos a
lógica política: Lula convidou Maduro, falou
bem dele em público, e mesmo assim qualquer menção a isso vira
“injúria”. Aí a pergunta fica: quem está sendo investigado —
o autor do post ou a memória dos fatos?
• 60
dias de diligências — tempo suficiente pra
transformar um tuíte em novela, e novela em pauta de
boteco.
• Resultado provável: muito
barulho, poucos fatos novos, e o caso entrando na gaveta dos
episódios inesquecíveis do “Brasil investigatório”.
🎤 “Moraes entrou no X igual quem entra
no grupo da família: já chega mandando ordem.”
• “Se
citar Maduro virou crime, daqui a pouco vai ser crime lembrar que
chove no inverno.”
• “60 dias? Ótimo. Dá tempo até o
Lula mandar um abraço oficial e a tempestade virar domingo de
churrasco.”
📌 Resumo sem
firula • Investigação tem que existir — se há indícios,
apura-se. Mas transformar comentário
sobre fatos públicos em arma política é um risco democrático.
•
Há um problema maior aqui: a seletividade de quem aciona a máquina
do Estado. Quando a engrenagem só funciona pra uma ponta do
tabuleiro, a pergunta deixa de ser jurídica e vira política.
•
No fim, a lição é óbvia: no Brasil dos processos rápidos pra uns
e lerdeza pra outros, quem tem microfone sempre vira protagonista —
e quem tem razão, às vezes, só fica no retângulo do post.
🎬 O palco está armado: Flávio posta, Moraes
responde, PGR carimba, e a opinião pública faz o resto do roteiro.
Enquanto isso, a gente ri pra não chorar — e olha pro histórico:
Lula abraçou Maduro, o senador lembrou disso, e o Estado resolveu
entrar no debate como se fosse árbitro de piada repetida. Alguém aí
quer chamar o VAR? E passa despercebida a blindagem do Governo Lula que num passe de mágida , parece ter blindado a CPI do Crime Organizado, tirado o Senador que era da SUATE O MARCOS E SERGIO MORO DA CPI, para que sepultassem a investigação, contra quem : Moraes, Gilmar e CIA!
Este é o pano de fundo para fazerem onda com o Lider absoluto das pesquisas eleitorais !