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Na tarde de ontem segunda-feira, 12 de janeiro de 2026, um caso de violência doméstica em Guarapuava, no bairro Primavera, abalou até os policiais mais experientes da cidade e acendeu um alerta preocupante sobre a vulnerabilidade de idosos no seio familiar.
A vítima? Uma idosa de 77 anos, que foi brutalmente agredida pelo próprio filho, de 42 anos. Uma cena de horror que desafia a compreensão e nos faz refletir sobre a fragilidade das relações familiares.
O relato da vítima revela a crueldade do ataque. Durante a agressão, o filho derrubou a mãe no chão, puxou seus cabelos e, com uma força desumana, pressionou o joelho contra o seu abdômen.
A violência deixou escoriações no braço esquerdo e no joelho direito da idosa, mas os danos físicos são apenas a superfície de uma violência muito mais profunda. Segundo a mulher, o agressor é usuário de drogas e, no dia anterior, já havia ameaçado a vítima com uma faca, evidenciando uma escalada alarmante da agressão.
A chegada da Polícia Militar ao local foi tensa. O agressor, em estado de agitação, desobedecia as ordens dos policiais e apresentava comportamento agressivo, colocando em risco tanto a segurança da mãe quanto dos próprios agentes. Para garantir a proteção da vítima e evitar um desfecho ainda mais trágico, foi necessário o uso de técnicas de imobilização e algemas.
Após o controle da situação, mãe e filho foram encaminhados para a 14ª Subdivisão Policial (SDP), onde a investigação será conduzida e as medidas legais serão tomadas para que a justiça seja feita.
Casos como este mostram a dura realidade de muitos idosos, cujas vidas estão sendo devoradas pela violência dentro do próprio lar. É urgente que este tipo de abuso seja enfrentado e combatido. Denúncias podem ser feitas de forma anônima pelo Disque 181 ou em situações de emergência pelo 190. O silêncio diante da violência é uma permissão para que ela continue, e todos têm o poder de interromper esse ciclo.
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