Guarapuava, mais um dia que começa com o coração apertado. Em Santa Cruz, uma mulher viveu o inferno dentro da própria casa. A polícia militar foi acionada via Copom depois de uma denúncia desesperada: gritaria, objetos voando, uma briga de casal que tinha tudo para terminar em tragédia.
Quando a viatura chegou, o cenário era de arrepiar: um homem visivelmente alterado, agressivo, já tinha transformado a casa em campo de batalha. No bolso dele, os policiais encontraram o que ninguém esperava: um simulacro de revólver e um canivete afiado. Mas a verdadeira história de horror veio da boca da vítima, a companheira dele, ainda em choque.
Ela contou, com a voz embargada, que tudo começou depois que o companheiro usou drogas. Ele exigiu dinheiro. Ela disse não. E foi aí que o monstro acordou. O sujeito quebrou o celular dela na frente dos olhos, depois partiu para a covardia: chutes, socos, tapas, tentativa de enforcamento e, para completar o terror, ameaçou matá-la com o canivete. Uma violência sem limite, típica daqueles que perdem o controle e descontam na mulher indefesa.
Durante a ação policial, o agressor não sossegou. Ainda tentou investir novamente contra a vítima e ignorou todas as ordens dos PMs. Foi preciso usar força para contê-lo e algemá-lo. Ele foi preso em flagrante e, junto com a companheira, levado para a delegacia.
Os policiais ainda apreenderam 1,2 grama de maconha, que o próprio autor admitiu ser para consumo pessoal. Simulacro, canivete e a droga foram recolhidos como prova.
Esse é o retrato cruel da violência que destrói famílias todos os dias em nossa cidade. Uma mulher agredida, humilhada e quase morta dentro de casa. Um homem que, sob efeito de drogas, mostrou sua verdadeira face de covarde.
A GUARAPUAVA FATOS repudia veementemente esse tipo de barbárie e acompanha o caso de perto. A Justiça tem que ser rigorosa. Violência contra a mulher não é “briga de casal”. É crime. E crime que não pode ser tolerado.
Fique ligado. Qualquer novidade sobre o andamento do inquérito, você lê primeiro aqui. Porque informar é proteger.
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