Quando a cidade decide caminhar junto, algo muda- AÇÃO E RESULTADO PARA UMA GUARAPUAVA MELHOR !

 

                  MATÉRIA EM VÍDEO NO > Guarapuava Fatos

Quando a cidade decide caminhar junta, algo muda. Não é só o asfalto, não é só a calçada: é a forma como cada pessoa olha para o lugar onde vive. Quando a população se une ao poder público, o resultado é consciência e ação pelo bem comum.

Hoje, no Instagram do Guarapuava Fatos, você confere uma videorreportagem que mostra exatamente isso na prática: união, diálogo e respeito pelo Centro de Guarapuava – a “vitrine” da cidade, o cartão de visita de quem passa, trabalha e vive ali.

Por trás das imagens, existe uma realidade que muita gente não vê. Mesmo com o trabalho competente – e muitas vezes elogiado – de nossos garis e margaridas, profissionais que dedicam o dia inteiro para manter as ruas limpas, o lixo na área central vinha sendo revirado. Sacos rasgados, restos espalhados pelas calçadas, cestos transbordando. Parte disso por pessoas que procuram recicláveis, parte por animais de rua que fuçam sacolas deixadas cedo demais na lixeira.

Foi diante desse cenário que Jair Golinhaki, o Betinho, presidente da Associação de Moradores do Centro, decidiu agir. Em vez de reclamar apenas nas redes sociais ou aceitar a sujeira como “normal”, ele procurou diálogo. Buscou Daniel Ivanski, Diretor da coleta de Lixo da SURG, responsável pela organização da coleta de resíduos área central e bairros, que atua a pedido do prefeito. A resposta não foi empurrar o problema para depois. Foi ouvir, sentar, conversar e, juntos, fazer um apelo à comunidade.

Hoje, o lixo no Centro é coletado após as 18h, justamente para não atrapalhar o comércio e o fluxo de pessoas.

O problema é que muita gente ainda coloca os sacos na rua horas antes. Quanto mais tempo o lixo fica exposto, maior a chance de ser revirado, rasgado, espalhado. Por isso, Betinho foi direto ao ponto:

“Estamos pedindo, em parceria com a prefeitura, que o pessoal coloque o lixo próximo das 18h, perto do horário da coleta. Assim evitamos que pessoas que procuram recicláveis e animais de rua espalhem o conteúdo das lixeiras no chão.”

Daniel Ivanski reforça a mesma mensagem. Segundo ele, por determinação do prefeito Baitala, o objetivo é trabalhar sempre em parceria com as comunidades, e com o Centro não seria diferente:

“Estamos aqui com o Betinho reforçando um apelo aos nossos amigos e amigas do Centro: que façam o descarte nas lixeiras, se possível, perto do horário de coleta, a partir das 18 horas.”

A cena é simples, mas poderosa: o representante da comunidade e o servidor que acompanha o setor lado a lado, falando a mesma língua, pedindo a mesma coisa. Não é um jogo de empurra, é uma convocação.

Porque manter o Centro limpo não é só tarefa do caminhão de lixo, da vassoura ou da pá. É responsabilidade de quem abre o comércio de manhã, de quem fecha a porta no fim do dia, de quem circula, compra, vende, vive e respira essa região todos os dias.

No fim, a mensagem é clara: quando comunidade, poder público e trabalhadores da limpeza atuam juntos, a cidade permanece limpa, acolhedora e mais humana. O Centro não é “terra de ninguém”. É o nosso retrato.

E esse retrato, quem define, somos nós.

GUARAPUAVA FATOS

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