PROFESSORA TEREZINHA, DO PT, QUER SALVAR LULA DAS CRÍTICAS DO VEREADOR E POLICIAL LEANDRO

 
           PROFESSORA TEREZINHA QUER INIBIR CRITICAS A LULA EM GUARAPUVA??


Enquanto o país assiste ao desgaste acelerado do governo Lula, com aprovação em queda livre nas pesquisas, o PT volta a mostrar sua verdadeira face: prega democracia para os outros, mas exige blindagem absoluta para os seus.


A mais recente demonstração dessa hipocrisia vem de Guarapuava, onde a vereadora petista Terezinha (professora e pré-candidata a deputada federal) quer calar a boca do vereador Leandro Dobrychtop, policial civil e advogado conhecido por não dar moleza para criminosos. O “crime” de Leandro? Usar a tribuna da Câmara para apresentar fatos, vídeos e documentos que denunciam o que ele considera proteção velada do presidente Lula a facções criminosas e desmandos do atual governo.

Em vez de responder aos argumentos com contra-argumentos, como manda o manual da democracia que o PT tanto invoca em discursos, a vereadora petista prefere o caminho autoritário: tentar proibir Leandro de falar na tribuna e exibir provas.

Aqui está a contradição escancarada: o mesmo partido que, durante anos, ergueu bandeiras de “liberdade de expressão”, “pluralismo” e “combate à censura”, agora não suporta que um vereador, no exercício legítimo de seu mandato, faça o que a oposição sempre fez contra eles — fiscalizar, questionar e denunciar.

A tribuna do plenário não é um favor concedido pelo PT. É um espaço constitucionalmente protegido. A imunidade parlamentar — garantida pela Constituição Federal aos vereadores, deputados e senadores — existe exatamente para que parlamentares possam falar sem medo de retaliação política, inclusive criticando o presidente da República, governadores ou prefeitos. É o coração da democracia representativa: transparência, debate livre e controle do poder.

Quando o PT ocupava o banco da oposição, qualquer tentativa de cercear sua voz era imediatamente classificada como “ataque à democracia” e “autoritarismo”. Hoje, quando o crítico é um dos seus — e ainda por cima um policial que conhece o lado podre da criminalidade —, a música muda. A democracia vira “ameaça”, a liberdade de expressão vira “discurso de ódio” e a fiscalização vira “perseguição”.

Professora Terezinha, que supostamente forma cidadãos, deveria saber melhor. Ou talvez saiba e, mesmo assim, prefira defender o partido a defender os princípios que ensina em sala de aula. Porque democracia não é “eu posso falar o que quero e você deve calar a boca quando me critica”. Democracia é exatamente o direito de o outro falar, mesmo quando a verdade incomoda.

Leandro Dobrychtop não está inventando nada. Ele tem mostrado, com dados e gravações, uma relação preocupante entre o governo federal e o avanço do crime organizado. Em vez de tentar silenciá-lo, o PT deveria ter a coragem de debater os fatos. Mas coragem, ao que parece, não combina com a blindagem que querem construir ao redor de Lula.

Enquanto isso, o povo brasileiro continua assistindo ao espetáculo: o partido que se vendia como defensor dos oprimidos agora oprime a voz de quem ousa questionar seu líder. A máscara caiu mais uma vez.

GUARAPUAVA FATOS

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