Uma vergonha que expõe o descaso.
O pequeno Luís Felipe Benke dos Santos, menino catarinense de apenas 8 anos, luta contra um Sarcoma de Ewing em estágio terminal. Internado em Lisboa, Portugal, ele precisava voltar urgentemente para o Brasil para passar seus últimos dias ao lado da família.
A família e o Governo de Santa Catarina pediram à União e à Força Aérea Brasileira (FAB) um avião sanitário ou humanitário. O pedido foi ignorado pela gestão do presidente Lula.
Diante da omissão federal, o caso teve que ser levado à Justiça. Nas redes sociais, a indignação explodiu contra o governo federal que não deu a mínima para a vida de uma criança em estado terminal.
Como o Planalto e o Ministério da Saúde não moveram uma palha, foi um empresário catarinense quem assumiu a responsabilidade. Ele custeou todo o retorno do menino, incluindo um médico internacional para acompanhar a viagem.
No dia 6 de junho de 2026, Luís Felipe finalmente voltou ao Brasil em um voo comercial da TAP, com suporte médico. Chegou para continuar os cuidados paliativos perto dos familiares — graças à iniciativa privada, e não ao governo federal.
Uma história que revela, mais uma vez, a frieza da burocracia e o descaso de quem deveria proteger os mais vulneráveis.
