A tarde dessa terça-feira, 13 de janeiro de 2026, foi marcada por um episódio de vingança impulsiva e destruição em Guarapuava. No bairro Industrial, um homem invadiu a residência da ex-companheira e deixou um rastro de caos e destruição. O que deveria ser uma visita passiva se transformou em uma verdadeira agressão ao patrimônio da vítima.
Por volta das 13h40, a Polícia Militar foi acionada via COPOM para averiguar uma possível situação de violência doméstica. No local, a mulher, visivelmente abalada, relatou que seu ex-companheiro havia invadido sua casa no período da manhã, enquanto ela estava ausente, e causado danos irreparáveis. Entre os prejuízos, estavam uma televisão quebrada, a tampa da máquina de lavar destruída, e o imóvel completamente revirado, como se o autor tivesse deixado sua raiva tomar conta de tudo ao seu redor.
Embora o cenário fosse de pura destruição, a vítima afirmou que não sofreu agressões físicas nem ameaças, o que afastou a tipificação de violência física. Mas a dor e o medo causados pela invasão permaneceram, com o espectro de uma violência psicológica pairando sobre ela.
O Fugitivo do Caos
O homem, após causar os danos e deixar o local, tentou se esconder em um bar nas proximidades. Foi lá que a polícia o encontrou, visivelmente alterado pela embriaguez. Sem sinais de ilícitos, mas com claros sinais de embriaguez, o ex-companheiro foi abordado pelas autoridades. A atitude impulsiva e irracional parecia ter sido intensificada pelo consumo de álcool, o que pode ter sido o combustível para tamanha destruição.
A Decisão da Vítima e os Próximos Passos
Apesar do susto, da destruição e do pânico causado pela invasão, a vítima decidiu não representar criminalmente contra o ex-companheiro. Ela foi devidamente orientada quanto à possibilidade de solicitar medidas protetivas, mas preferiu seguir com um simples desejo: que o homem não mais cruzasse o limiar de sua residência. Uma escolha difícil, mas que deixou claro o quão complexo é o caminho da mulher em situações como essa.
E Agora?
Aquele que foi responsável pela desordem e pelo medo foi conduzido de volta ao bar, enquanto ambos, vítima e agressor, receberam orientações legais sobre o que fazer a partir dali. A história, embora não tenha se transformado em um caso de violência física, mostra a linha tênue entre a destruição do patrimônio e a violência emocional, frequentemente invisível.
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