Uma chamada de emergência que começou como mais um atendimento rotineiro da Polícia Militar terminou revelando um quadro de violência que chocou vizinhos e familiares no bairro Boqueirão, em Guarapuava.
Era uma tarde aparentemente tranquila quando a equipe policial foi acionada para uma ocorrência de violência doméstica. Ao chegar ao endereço, os policiais encontraram uma mulher de 50 anos visivelmente abalada — não por um acidente, mas por algo que deveria ter acontecido entre pessoas que compartilham o mesmo teto.
Segundo o relato da vítima, seu próprio filho, de apenas 24 anos, transformou o lar em um cenário de agressões verbais intensas. A mãe descreveu momentos de humilhação e medo, com o filho proferindo palavras agressivas e ameaçadoras, lançando ofensas e promessas que a deixaram em estado de choque.
Quando a viatura policial finalmente chegou, a cena foi ainda mais dramática: ao perceber a aproximação da PM, o suspeito fugiu pulando o muro da própria residência, desaparecendo rapidamente pelas ruas do bairro.
Este caso expõe um capítulo doloroso da violência doméstica: quando o perigo não está nas ruas, mas dentro de casa, vindo de alguém que deveria proteger e amar.
