"O roubo de um celular e o segredo que ela escondia entre as pernas" video no insta "
O que começou como uma ocorrência rotineira de furto terminou com um flagrante que expõe a cara oculta do tráfico nas ruas de Guarapuava. Foi na noite dessa terça-feira (28 de julho de 2026), no bairro Conradinho, que uma mulher de 36 anos, contida por populares após supostamente tomar o telefone de um homem e tentar fugir, acabou entregue à Polícia Militar. Mas a história não parava ali.
Segundo os policiais, a irmã da vítima apontou a suspeita como autora do furto dentro de um estabelecimento comercial. Quando a equipe chegou, a mulher já estava sob custódia dos moradores. E foi aí que o flagrante tomou um rumo inesperado: nervosa, gaguejando respostas e com os olhos vidrados no chão, ela tentava, a todo custo, esconder algo que não era um simples aparelho celular.
Diante da negativa em colaborar e da suspeita de que portava entorpecentes — já que a abordagem exigiria revista íntima, feita exclusivamente por uma policial feminina —, a equipe decidiu conduzi-la a uma unidade de pronto atendimento para exame médico. E foi lá, no momento mais constrangedor e revelador, que os agentes encontraram o que ela escondia com tanta angústia: um invólucro plástico em sua região íntima, contendo nove gramas de substância análoga ao crack, já fracionada em dez pedras.
Para a Polícia Militar, a apresentação da droga — embalada e pronta para venda — não deixava dúvidas: não era para consumo eventual, mas para comércio. Ela foi presa em flagrante por tráfico de drogas e levada à Delegacia de Polícia Civil, onde o caso foi formalizado.
Mas uma pergunta ficou no ar — e no silêncio da suspeita: o celular que motivou toda a confusão nunca foi encontrado. Ela se recusou a dizer onde o escondeu. E agora, enquanto a Polícia Civil aprofunda as investigações, fica a certeza de que, em Guarapuava, um furto de aparelho celular pode ser apenas a porta de entrada para um crime muito mais sombrio.
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