A Polícia Militar intensificou, em Guarapuava, o trabalho contra a violência doméstica. A operação se chama Mulher Segura. Quem está na ponta é a Patrulha Maria da Penha, do 16º Batalhão.
Não foi só discurso. Foi rua.
Em bairros da cidade, os policiais fizeram uma blitz educativa. Abordaram 24 pessoas e 18 veículos. Entregaram material. Conversaram com motorista, passageiro, quem passava a pé.
O recado era direto: violência doméstica tem várias faces. A que bate. A que xinga e humilha. A que toma o dinheiro. A que ameaça. A que usa a criança no meio da briga. E a sexual.
Também explicaram o que é medida protetiva e para onde a mulher pode ir quando precisa de acolhimento. E deixaram os números, porque na hora do medo a pessoa não pode ficar procurando:
A blitz termina. A patrulha continua. Visita. Acompanha quem já tem proteção da Justiça. Faz valer a ordem judicial na área do 16º BPM.
O restante, a operação não resolve sozinha. Resolve quem denuncia — e quem chega a tempo.
Guarapuava
