Quinta-feira (4 de junho de 2026) entrou para o noticiário de Guarapuava como um dia de ousadia criminosa sem limites.
Enquanto a cidade celebrava a fé com tapetes coloridos, (Matéria no insta) criminosos agiam nas sombras.
De um carro arrombado em plena madrugada religiosa até um irmão roubando a carne do próprio irmão para trocar por droga. Três casos, uma mesma realidade: a insegurança que não dá trégua.
No bairro Santana, por volta das 4h da manhã, uma mãe de 33 anos viveu o susto que ninguém merece. Ela havia estacionado o carro de uma amiga para ajudar na tradicional confecção dos tapetes de Corpus Christi. Ao voltar, deparou-se com um cenário de filme policial: vidro estilhaçado e o interior revirado.
Os bandidos levaram uma bolsa com documentos pessoais dela e de seus filhos, cartão bancário e míseros R$ 50. Tudo em plena celebração religiosa. Até agora, nenhum suspeito foi identificado.
Mal o sol nasceu e o Centro da cidade já registrava outra cena típica de quem perdeu o medo da lei. Uma mulher de 27 anos entrou em uma loja, escondeu seis barras de chocolate na bolsa e saiu como se nada tivesse acontecido.
O gerente, de 28 anos, não deixou barato. Acompanhou a suspeita e viu quando ela entrou em um hotel próximo. Ao sair, foi abordado e os chocolates foram recuperados. Mas, antes da Polícia chegar, a mulher conseguiu fugir. As câmeras de segurança ajudaram a identificá-la — ela já tem passagem pela polícia —, mas até o fechamento desta reportagem, não havia sido localizada.
O caso mais chocante do dia, porém, aconteceu à tarde no bairro Morro Alto. Um homem ligou desesperado para a Polícia Militar ao descobrir que o próprio irmão havia invadido sua geladeira e levado cerca de R$ 30 em carne de frango.
O motivo? Trocar a comida por drogas. Após o furto familiar, o suspeito fugiu em uma bicicleta alaranjada. Policiais fizeram buscas na região, mas ele não foi encontrado.
Nos três registros, boletins de ocorrência foram lavrados e as vítimas orientadas sobre os próximos passos. Mas a pergunta que fica é: até quando Guarapuava vai conviver com essa sensação constante de vulnerabilidade?
Se você presenciou algo suspeito ou tem mais informações sobre esses casos, o Guarapuava Fatos segue de portas abertas. A cidade precisa de olhos e ouvidos atentos.
Fique ligado. Aqui a notícia não dorme.
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