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MORRO ALTO: O PESADELO DO EX-MARIDO COM TORNOZELEIRA ELETRÔNICA E O TERROR DE UMA FAMÍLIA EM GUARAPUAVA!

 



GUARAPUAVA – Morro Alto. Uma comunidade que, na última madrugada, viu a tranquilidade ser estraçalhada pelo fantasma da violência doméstica. Um homem, que deveria estar sob o controle da Justiça, com uma tornozeleira eletrônica no tornozelo, transformou a vida de sua ex-mulher e ex-sogra em um verdadeiro inferno de medo e agressão.

A Polícia Militar foi acionada para atender a uma ocorrência que, infelizmente, se repete com frequência nos noticiários: lesão corporal e violência doméstica familiar. Mas os detalhes revelados pela vítima, uma mulher de 29 anos, pintam um quadro de terror e perseguição que desafia a compreensão.

Ele, um homem de 46 anos, com um histórico que já o levou a usar uma tornozeleira eletrônica – um sinal de que a Justiça já o conhece –, não se conforma com o fim do relacionamento. Na calada da noite, ele invadiu o espaço sagrado da ex-mulher. A porta do imóvel, antes um símbolo de segurança, foi brutalmente danificada. Não satisfeito, o agressor quebrou a janela de vidro da casa da ex-sogra, que reside no mesmo terreno, espalhando cacos e medo por onde passava.

O relato da vítima é de cortar o coração. Ela vive sob constante ameaça. O ex-marido a persegue de forma reiterada, um stalker incansável, que se desloca com frequência à sua casa e à residência de familiares, tudo na tentativa doentia de forçá-la a reatar o relacionamento. O pavor é tanto que, na data do ocorrido, ela sequer conseguiu dormir em sua própria casa, buscando refúgio em outro lugar, longe da sombra do agressor.

Mas a violência não se limitou aos danos materiais e ao terror psicológico. A sexta-feira, 03 de abril de 2026, ficará marcada na memória dessa família como o dia de uma agressão covarde. Durante uma discussão, o ex-marido desferiu um soco contra a ex-sogra, uma senhora de 70 anos. O impacto foi tão forte que a idosa caiu, sofrendo uma lesão no pulso esquerdo.

A equipe policial, ao chegar ao local, constatou o inchaço no pulso da mulher de 70 anos. Diante da gravidade da lesão, a idosa foi imediatamente encaminhada à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Batel, onde recebeu os cuidados médicos necessários.

Enquanto isso, a caçada ao agressor começou. Patrulhamentos intensivos foram realizados nas imediações, na esperança de localizar o homem que, mesmo monitorado eletronicamente, continuava a semear o terror. No entanto, ele não foi encontrado. As vítimas foram orientadas quanto aos procedimentos legais e aos prazos para representação criminal, um passo fundamental na busca por justiça.

Ao final, restou à equipe policial a preparação do boletim de ocorrência, um registro frio e técnico de uma história quente de dor, medo e impunidade. A pergunta que fica é: até quando a tornozeleira eletrônica será apenas um acessório e não um instrumento eficaz para conter a violência que assola tantas famílias?

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