Enquanto ela faz esse circo, o Brasil sangra sob o governo que mais criou impostos em toda a história da República. Um rombo fiscal na casa dos trilhões, estatais sendo esquartejadas uma por uma, e uma máquina pública que parece ter virado patrimônio particular de uns poucos.
Lula voltou ao Planalto com o discurso bonito de “reconstruir o Brasil”. Na prática, o que ele reconstruiu foi o velho esquema de sempre: aparelhamento, gastança e irresponsabilidade.
Os Correios estão à beira do colapso. O planejamento fiscal virou piada. O arcabouço fiscal, que era para ser a âncora da responsabilidade, virou borracha nas mãos do governo. Déficit atrás de déficit. O Ministério da Fazenda tenta, desesperado, segurar o voluntarismo de um presidente que trata o Tesouro Nacional como se fosse conta-corrente dele.
E por falar em conta-corrente... Lula e Janja já torraram quase R$ 1 bilhão do dinheiro do contribuinte em viagens, jantares, comitivas gigantescas, hotéis de luxo e mordomias de fazer inveja à realeza europeia. O avião presidencial virou Uber do casal. Enquanto isso, o brasileiro comum acorda de madrugada, paga imposto sobre imposto e ainda é chamado de extremista se reclama.
E quem é a culpada de tudo isso, segundo Érika Hilton?
A família Bolsonaro.
É de doer o queixo de tanto cinismo.
Enquanto o governo que está no poder toma as decisões, assina os decretos, libera as emendas, nomeia os aliados e gasta o dinheiro, a culpa continua sendo jogada em quem está fora do Planalto.
Isso não é análise. Isso é desfaçatez pura.
Desviar o olhar do óbvio, do escancarado, do que está acontecendo agora, debaixo do nosso nariz, para atacar o adversário político é o que há de mais raso, mais podre e mais previsível na política brasileira.
Parece piada.
Mas infelizmente é a realidade do Brasil em 2025.
