Ronaldo
Edison Richard, conhecido como Richard Galo, réu em processo
relacionado aos atos de 8 de janeiro, morreu aos 63 anos em sua casa,
em Santa Rosa, no Rio Grande do Sul. A certidão de óbito foi
encaminhada ao ministro Alexandre de Moraes. Richard era aposentado,
cadeirante e recebia o Benefício de Prestação Continuada (BPC) no
valor de um salário-mínimo. Na eleição de 2024, declarou
patrimônio de R$ 885,72 em conta e um Fusca avaliado em R$ 5
mil.
Ele
foi investigado por suposto financiamento de transporte para os atos
em Brasília. A Polícia Federal, porém, registrou que sua condição
financeira era incompatível com o pagamento sozinho dos R$ 22 mil de
um ônibus fretado.
O
relatório da PF considerou mais provavel que Richard tivesse
administrado uma arrecadação coletiva entre os passageiros.
A
investigação bancária também apontou para a existência dessa
“vaquinha”.
A
defesa afirmava ainda que Richard não esteve em Brasilia no dia 8 de
janeiro. O nome dele não aparece na lista dos 35 passageiros do
ônibus, dos quais 30 foram presos durante ou após os atos.
Apesar
disso, a PGR o denunciou por participação no financiamento da
caravana, e a denúncia foi aceita pelo STF. A ação penal ainda
estava em fase de instrução quando a defesa comunicou a morte.
GUARAPUAVA - REGIAO
CADEIRANTE DO 08 DE JANEIOR MORRE
REU DO OU DE JANEIRO MORRE
REU SEM TER DINHEIRO APONTADO COMO FINANCIADOR MORRE